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segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Governo deu com uma mão e tirou com a outra
Areia Branca não desfrutou dos recursos da repatriação, o Governo Federal deu com uma mão e tirou com as duas. O município amarga sua pior crise financeira, agravada pelo acúmulo de dívidas. A prefeita Lidiane Garcia (PMN) que assumiu em 17 de maio passado, tem se esforçado para equilibrar as finanças públicas diante do quadro que encontrou: três meses de salários dos servidores em atraso e dívidas da ordem de R$ 13 milhões. Sem contar que o município já vem sofrendo para cumprir parcelamentos junto a órgãos como a Previdência Social, Receita Federal e outros, que resulta na retenção dos recursos do FPM. Conforme explicações da equipe que cuida das finanças municipais, o dinheiro da repatriação ajudaria muito se a prefeitura não estivesse na situação em que se encontra. No primeiro decênio de novembro, Areia Branca (município de coeficiente 1.4) recebeu R$ 746.419,05 de FPM (1ª cota), mais R$ 945.044,20 da repatriação, totalizando R$ 1.691.463,25.  Qualquer cidadão pode ter acesso ao demonstrativo de distribuição da arrecadação do município de Areia Branca (1º decênio FPM + Repatriação) por meio do sistema de informações do Banco do Brasil. Nele, consta que foram creditados nas contas da prefeitura referente ao período citado, R$ 1.691.463,26 dos quais foram descontados R$ 1.490.239,37 referentes a débitos (conforme demonstrativo abaixo). Dos “recursos vultosos” de repatriação e FPM que a prefeitura recebeu, restaram líquidos exatos R$ 201.223,89.

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