quarta-feira, 4 de novembro de 2020


Em 2016, Areia Branca era um dos piores municípios do Rio Grande do Norte e do Brasil de acordo com o Índice da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) – um dos mais respeitados do país que mede a situação fiscal das cidades e estados brasileiros. Pelos dados da Firjan, Areia Branca estava na lanterna do campeonato de responsabilidade com a máquina pública. Não tinha condições de pagar nada, nem ninguém. A prefeita recém-empossada, Iraneide Rebouças, teve que adotar medidas emergenciais e cortar da própria carne para colocar a máquina administrativa nos trilhos, resgatando a confiança junto aos credores e Areia Branca ganhou capacidade de investimento. Agora com o Selo de Confiável, Areia Branca pode atrair investimentos públicos devido ao trabalho de ajuste fiscal realizado pela atual gestão. Mas para chegar a essa situação cômoda em que o município se encontra atualmente, a prefeita enfrentou o caos. Dívidas, falta de confiança, falta de autoestima do cidadão, do servidor… “Não pretendo aqui atacar o passado porque meu visor mira o futuro. Quero defender o que fiz, porque o que fiz foi o que deu a Areia Branca condições para crescer”, destaca. Para ter ideia da situação em que a Prefeitura de Areia Branca se encontrava, nos primeiros meses de governo Iraneide Rebouças pediu a sua equipe (secretários e gerentes) que abrisse mão dos salários inicialmente para honrar a folha de pagamento dos servidores efetivos. “Foi um início de gestão doloroso, de muitas dificuldades e provações. Areia Branca não tinha condições de pagar nada, nem ninguém. As contas eram bagunçadas, jogavam para debaixo do tapete as dívidas contraídas. Para que os areia-branquenses tenham noção da real situação que encontramos a prefeitura, vamos recorrer aos dados Firjan, cujo índice tem uma nota que vai de 0 a mil. Em 2016, a nota de Areia Branca era 45. Em 2018, a nota do município passou para 445”, informa a prefeita. Www.costabrancanews.com

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